28 de junho de 2019 | Nº 207
 

Sem bom senso

O que fazer para combater a corrupção? Como preservar a história da Notre-Dame após o incêndio? O senso comum tem repostas prontas para essas questões, a psicanálise não. Ao seguir a lógica do desejo, a psicanálise não responde ao bom senso e ao politicamente correto e vai buscar tino na surpresa e no impensável. Ela nos desafia, assim, a inventarmos respostas próprias e nos responsabilizarmos por elas. É o que mostram o artigo do psicanalista Jorge Forbes e a entrevista com o arquiteto Paulo Mendes da Rocha, desta edição.

Boa leitura.

 
Nesta edição:

A Sagrada Compliance

“As empresas disputam entre si os aperfeiçoamentos dos chamados mecanismos de compliance”. Será que elas estão usando algo equivalente à moral religiosa para aliviar suas culpas? Leia o artigo de Jorge Forbes para a revista HSM Management, no site.

Nesta edição: 10 min
 

Preservar é um ato político

Paulo Mendes da Rocha, único arquiteto brasileiro vivo, vencedor do Prêmio Pritzker, contou em entrevista a Gisele Vitória seu projeto de reconstrução da Notre-Dame e, aos 90 anos, diz que não se deve esconder as marcas da história. Confira no site.

Nesta edição: 15 min
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