7 de junho de 2019 | Nº 206
 

Através do Espelho

A construção da identidade é um tema base da psicanálise. Em o Estádio do Espelho, Lacan fala como nossa identidade não é unitária, mas sim fragmentada. As ficções que criamos sobre quem somos não conseguem dizer tudo sobre nós — e o que fazer com essa lacuna? No artigo de Ana Cristina Guimarães vemos como a busca incessante da beleza vem como uma resposta a essa angústia. Também nesta edição, o psicanalista e psiquiatra François Ansermet mostra como o avanço da ciência, ao invés de trazer uma resposta definitiva, amplifica a dúvida sobre quem somos e de onde viemos.

Boa leitura.

 
Nesta edição:

Vertigens biotecnológicas

As biotecnologias esbarram em questões impossíveis, insolúveis, que são as de cada sujeito: de onde vêm as crianças? O que quer uma mulher? O que é um pai? São questões abordadas por François Ansermet nesta entrevista publicada no jornal online Lacan Quotidien (originalmente na revista Ñ do jornal Clarin) sobre seu livro “La Fabrication des enfants. Un vertige technologique”. Leia no site.

Nesta edição: 15 min
 

A imagem corporal fragmentada do homem desbussolado

“Espelho, espelho meu; existe alguém mais bela do que eu?” O refrão do conto de fadas é mote para a queixa constante da falta de perfeição e da busca incessante pela beleza. Leia o artigo de Ana Cristina Guimarães, em que ela comenta como lidar com a angústia gerada por essa insatisfação com a própria imagem. No site.

Nesta edição: 10 min
De Freud a Lacan Online
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