Sociedade

Três corridas de Lola, a Antígona pós-moderna

Em 9 de dezembro de 2016, noite chuvosa de sexta-feira em São Bento do Sapucaí, Lola esteve no centro da palestra “Corra, Antígona, Corra”, do psicanalista Juan Jorge Michel Fariña (Illya), professor da Universidade de Buenos Aires, que abriu a Conversação Clínica IPLA 2016: “Sintoma, para que te Quero”

A nova economia do amor: criar os filhos

A nova economia do amor: criar os filhos

Dagmar Silva Pinto de Castro

Mulheres, mães, revolucionárias? Não seriam elas as parteiras de outras formas de organização de um mundo? 

Donald Trump e os internautas

Donald Trump e os internautas

Dorothee Rüdiger

A pós-verdade na rede ou fora dela só deixa mais evidente que nossas falas são construções linguageiras em torno do grande mistério que cerca o amor e a morte

Receitas modernas em um mundo mutante?

Receitas modernas em um mundo mutante?

Dagmar Silva Pinto de Castro

Não há mais um saber ideal ou absoluto. Isso não ocorre por incapacidade de quem faz ciência, mas é a própria ordenação do mundo, afastado de seu sentido originário 

Do Mix cultural, das múltiplas formas de trabalho em rede e da responsabilidade pelo que não se sabe

Esse texto foi apresentado nesta semana, 18/10/16, por solicitação de Jorge Forbes, em seu curso semanal, que trabalha atualmente as consequências do pós-humanismo na subjetividade humana e a posição da psicanálise. 

Pai é quem cria ... ou não

Pai é quem cria ... ou não

Patricia Gorisch

O reconhecimento da multiparentalidade pelo Supremo Tribunal Federal fará a maior revolução no direito de família dos últimos tempos

Jürgen Habermas e as “fantasias desejantes” dos pais do futuro

Esse texto foi apresentado nesta semana, 20/9/16, por solicitação de Jorge Forbes, em seu curso semanal, que trabalha atualmente as consequências do pós-humanismo na subjetividade humana e a posição da psicanálise.

Mudança organizacional em tempos mutantes?

Mudança organizacional em tempos mutantes?

Dagmar Silva Pinto de Castro

“Não precisamos temer que nossas escolhas ou nossas ações restrinjam nossa liberdade, já que apenas a escolha e a ação nos libertam de nossas âncoras”.(Maurice Merleau-Ponty)

A criatividade dos nossos avós e a preguiça de inventar o nunca visto

Os dramas familiares dos neuróticos, que todo mundo conta seguindo sempre um mesmo esquema, são enfadonhos, já disse Sigmund Freud, há um século

Os projetos de filhos perfeitos e de cidadãos do bem no caso de Michael Sandel contra a perfeição

Esse texto foi apresentado nesta semana, 23/8/16, por solicitação de Jorge Forbes, em seu curso semanal, que trabalha atualmente as consequências do pós-humanismo na subjetividade humana e a posição da psicanálise.